EJA foi criada na LBD 9394/96 , nossa atual lei de ensino.
A partir da Constituição Federal de 1988 e da LDB/1996 a Educação de Jovens e Adultos (EJA) passou a ser entendida não mais como suplementar, mas como um direito, um elemento essencial para a construção de uma sociedade mais justa, tendo como princípio a garantia do exercício da cidadania.
Nos últimos anos, a presença dos jovens tem sido marcante nos cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA), principalmente nos grandes centros urbanos. São jovens que, por uma série de motivos, “abandonaram” a escola, e que agora retornam a ela.Os jovens que freqüentam a EJA de uma escola pública municipal de São Paulo, suas histórias de vida, trazem os consigo seus medos, seus desejos, suas culturas e o sentido do conhecimento e da educação escolar na construção de seus projetos de vida. A partir desses três momentos pode-se verificar que os jovens, apesar das sofridas histórias de vida e escolar, vêm a escola como uma oportunidade de retomar o rumo de suas vidas e, principalmente, conseguir uma melhor colocação no mercado de trabalho. Poucos acreditam nesta como um lugar de excelência na transmissão do conhecimento historicamente produzido pelo homem e, sendo assim, não conseguem vincular a educação escolar à construção de seus projetos de vida. No entanto, mesmo diante de todas as adversidades que a vida coloca, o sonho de serem felizes ainda permanece.
Paulo Freire diz no livro :Pedagogia do oprimido
Ele de maneira bem resumida relata:
A educação bancária: Onde o "educador" de certa forma deposita informações no educando. Acontece que o educador tipo narra e conduz os educandos à memorização mecânica do conteúdo narrado. Mas ainda, a narração os transforma em "vasilhas" em recipientes a serem "enchidos" pelo educador. Desta maneira, o educador faz COMINICADOS em lugar de comunicar-se, onde os mermos educandos recebem pacientemente, memorizam e repetem.(como no Eja onde acaba sendo uma educação bancária)
Conclusão do grupo :
A educação Problematizadora: é uma educação libertadora e renovadora...onde o ato de narra já muda. há um rompimento com a educação bancária, onde o educador além de educar ele também é educado.Ou seja, faz com que os educandos usem seu senso de investigação crítica. Onde basicamente o educadorestimular a criatividade e reflexão dos educandos, propondo uma situação de desafio.
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